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iPad: primeiro contato

Um pouco informal, mas o que vale é a informação adquirida! Enquanto o iPad da Jurid não chega em nossas mãos tivemos a oportunidade de brincar um pouco com o de uma amiga. Como profissional da área de T.I. e também do Direito, eis uma breve análise para quem deseja adquirir um iPad mas ainda não viu um de perto.

A experiência oferecida pelo iPad é incomparável, nenhum outro dispositivo consegue “combater” tantos nichos de mercado como o iPad da Apple. Posso citar 3 tipos de dispositivos que ele pode substituir tranquilamente:

  1. e-Readers: como o Kindle por ex., que não deve nem ser comparado com o iPad pois este vai muito além de ser um simples e-Reader;
  2. Netbooks: hoje em dia custa cerca de US$ 250,00 porém a usabilidade não pode ser comparada com a do iPad, tanto pelo dispositivo quanto pelo sistema operacional (iPhone OS); e
  3. Notebooks baratos: o mercado de Notebooks está cada vez mais acessível, com modelos de baixa performance e acabamento mais simples, porém o mais barato está sempre na faixa dos R$ 1.000,00.

Bom… vamos ao que interessa, vou listar alguns prós e contras na aquisição de um iPad Wi-fi (sem 3G) por um profissional do Direito.

Prós

  1. Leve, portátil e com tela sensível ao toque. Ou seja, a experiência de uso é muito boa;
  2. Tem GPS (melhor até que o do iPhone), facilitando a vida de quem viaja muito ou que mora nas grandes capitais (como São Paulo por ex.);
  3. Disponível até 64GB de disco sólido (SSD), para quem acha os 16GB do iPhone muita coisa, imagina só se conseguirá encher o disco do iPad?
  4. Rede sem fio (Wireless) com tecnologia 802.11N, possibilitando transferências de até 300Mpbs.
  5. Enorme biblioteca de aplicativos e jogos na AppStore no iTunes;
  6. Bateria que suporta até 10 horas de uso navegando na web;

Contras

  1. O mais barato, custa US$ 499,00 (aproximadamente R$ 950,00), se a intenção for ter um e-Reader, considerando que uma média razoável de leituras completas por ano de uma pessoa seja de 4 a 12 livros, pagar quase mil reais para ter um leitor, se vc pode fazer isso pela tela do computador, humm.. não sei! :P
  2. Processador de 1Ghz, se a busca é por melhor performance de processamento, este não é o computador que você procura;
  3. Até o momento a disponibilidade de obras literárias está nas mãos da Apple, dificultando que editoras façam seus próprios aplicativos para vender suas obras no preço que acharem justo, sendo assim, obras limitadas ao mercado internacional (pelo menos por enquanto);
  4. Se pretende digitar muita coisa nele, adquira um suporte para apoiá-lo, pois ele não possui qualquer tipo de inclinação;
  5. Falta de disponibilidade (momentânea) no Brasil;
  6. Não conseguirá imprimir textos das obras adquiridas;

Essas foram apenas algumas considerações de um primeiro contato com o iPad da Apple, agora duas fotos que tirei com o iPhone enquanto eu testava em um restaurante! (Atente-se para a obra de Arnaldo Rizzardo aberta pela Biblioteca Forense Digital.

Abraço.

1 comentário

1 George Cintra { 23/12/10 at 11:38 }

Adorei suas unhas (kkkkkkk)

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